Resposta do amendoim a doses de gesso agrícola nas condições de Sorriso-MT

Autores

  • Dacio Olibone Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT https://orcid.org/0000-0001-8900-1023
  • Laerte Gustavo Pivetta Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT.
  • Marianitha Mariano Silva Duarte Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT. https://orcid.org/0000-0001-7875-7917
  • Sergio Soares Filho Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT. https://orcid.org/0000-0003-0461-3616
  • João Lucas Lopes Silva Instituto  Federal  de  Educação,  Ciência  e  Tecnologia  de  Mato Grosso - IFMT. https://orcid.org/0000-0002-6716-4072
  • Maria Eduarda Oliveira Pydd Discente de Engenharia Agronômica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT, Sorriso, MT.

DOI:

https://doi.org/10.52755/sas.v2iedesp2.139

Palavras-chave:

Arachis hypogaea L., Produtividade, Cálcio

Resumo

O cultivo do amendoim em Mato Grosso normalmente é realizado em áreas marginais e arenosas, cujos solos comumente apresentam-se exauridos após sucessivos cultivos e intensas precipitações pluviométricas, acarretando baixos teores de Cálcio (Ca) e Enxofre (S). Nesse contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a resposta do amendoim à gessagem em Sorriso-MT. O delineamento experimental utilizado foi de blocos ao acaso, com os tratamentos arranjados em esquema fatorial 2 x 5, sendo duas cultivares de amendoim, IAC 503 e Granoleico, cinco doses de gesso agrícola (Gipsita) 0,00; 0,25; 0,50; 0,75 e 1,0 Mg ha-1, com 4 repetições. O gesso foi aplicado em superfície aos 35 dias após a emergência, no início do florescimento. Aos 135 dias após a semeadura, por ocasião da colheita foi avaliada a produtividade de grãos (kg ha-1), o rendimento (%) e a massa de 100 grãos (g). Para as condições ambientais em que foi conduzido o experimento, a cultivar Granoleico foi mais produtiva que a cultivar IAC 503. O rendimento e a massa de 100 grãos não sofreram influência das cultivares e das doses de gesso. A produtividade de grãos de amendoim teve aumento linear com o aumento da dose gesso agrícola.

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Biografia do Autor

Dacio Olibone, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT, Sorriso, MT. E-mail: dacio.olibone@srs.ifmt.edu.br.

Laerte Gustavo Pivetta , Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT.

Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT, Sorriso, MT. E-mail: laerte.pivetta@srs.ifmt.edu.br.

Marianitha Mariano Silva Duarte, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT.

Discente de Engenharia Agronômica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT, Sorriso, MT. E-mail: marianithamariano@gmail.com.

Sergio Soares Filho, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT.

Discente de Engenharia Agronômica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT, Sorriso, MT. E-mail: sergios7soares@gmail.com.

João Lucas Lopes Silva, Instituto  Federal  de  Educação,  Ciência  e  Tecnologia  de  Mato Grosso - IFMT.

Discente de  Engenharia  Agronômica,  Instituto  Federal  de  Educação,  Ciência  e  Tecnologia  de  Mato Grosso - IFMT, Sorriso, MT. E-mail: jllopes244@gmail.com. 

Maria Eduarda Oliveira Pydd, Discente de Engenharia Agronômica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT, Sorriso, MT.

Discente de Engenharia Agronômica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso - IFMT, Sorriso, MT. E-mail: mariaeduardaoliveirapydd@gmail.com. 

Publicado

2021-09-30