EDUCAÇÃO INCLUSIVA: ROMPENDO AS BARREIRAS DA DIVERSIDADE EM BUSCA DE UMA EDUCAÇÃO PARA TODOS
DOI:
https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-071Palabras clave:
Aprendizagem, Educação Especial, InclusãoResumen
O Brasil, nas últimas décadas, tem assistido a uma transformação nas instituições escolares que é resultado de leis elaboradas para atender a discussões sobre um assunto que por muito tempo pareceu apenas uma utopia: a inclusão de pessoas com necessidades especiais na rede regular de ensino. No entanto, a educação inclusiva tem se configurado uma questão complexa, o que tem exigido dos profissionais da educação uma constante reflexão sobre quais os caminhos a serem percorridos e as possíveis atuações com essa clientela no contexto escolar. Assim, tomando por base o conceito de educação inclusiva, o presente estudo procura situar, a partir da literatura pertinente ao tema, como tem se processado a inclusão dos sujeitos com necessidades especiais na rede regular de ensino, identificando as metodologias e práticas pedagógicas adotadas nas escolas, bem como a necessidade de um trabalho cooperativo mais efetivo entre escola e sociedade, de modo que ações voltadas para o respeito às diversidades possam existir e que a cidadania e a ética possam ser construídas.
Descargas
Citas
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996). Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, DF: Centro Gráfico, 2008.
BRASIL. Ministério da Educação. Rede Nacional de Formação Continuada de Professores. Brasília, DF: MEC, 2005. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/. Acesso em: 05 nov. 2022.
CARDOSO, M. Educação inclusiva: removendo barreiras para a aprendizagem. Porto Alegre: Mediação, 2003.
CARVALHO, R. E. Educação inclusiva: com os pingos nos "is". Porto Alegre: Mediação, 2003.
CHAVES, H. Inclusão: Qual a situação do professor? 2002. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Jandaia do Sul, Jandaia do Sul, 2002.
FERREIRA, E.; GUIMARÃES, M. Educação inclusiva. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
GUERRA, C. Conhecimentos psicológicos e formação de professores. In: AZZI, R. (org.). Formação de professores: discutindo o ensino da psicologia. Campinas: Alínea, 2000.
MANTOAN, M. T. E. Políticas organizativas e curriculares, educação inclusiva e formação de professores. In: FERREIRA, J. R. (org.). Educação Inclusiva. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
MANTOAN, M. T. E. Inclusão escolar: O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2003.
MAZZOTTA, M. J. S. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 2003.
MENDES, E. G. Perspectivas para a construção da escola inclusiva no Brasil. In: MARINI, S.; PALHARES, M. (org.). Escola inclusiva. São Carlos: EdUFSCar, 2002.
MINTO, C. A. Educação Especial: da LDB aos Planos Nacionais de Educação MEC e Proposta da Sociedade Brasileira. In: MARINI, S.; PALHARES, M. S. (org.). Escola Inclusiva. São Carlos: EdUFSCar, 2002.
MITTLER, P. Educação Inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2003.
MRECH, L. M. O que é educação inclusiva? Revista Integração, Brasília: MEC/SEESP, v. 8, n. 20, 2009.
NOGUEIRA, M. L. O fazer psicopedagógico com os portadores de altas habilidades. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICOLOGIA, 2000, São Paulo. Anais [...]. São Paulo: Mackenzie, 2000.
PATTO, M. H. S. A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2009.
SAINT-LAURENT, L. A educação dos alunos com necessidades especiais. In: MANTOAN, M. (org.). A integração das pessoas com deficiência. São Paulo: Memnon, 2007.
STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão: Um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed, 2009.
UNESCO. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: CORDE, 1994. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001393/139394por.pdf. Acesso em: 25 mai. 2026.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Autores concordam com os seguintes termos:
a) Os autores mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a LicençaAttribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International, que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial na Revista SAS. A licença permite o uso, a distribuição e a reprodução irrestrita, em qualquer meio, desde que devidamente citada a fonte. Essa licença permite também que outros remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho para fins não comerciais, desde que atribuam a você o devido crédito e que licenciem as novas criações sob termos idênticos.
b) Não cabe aos autores compensação financeira a qualquer título, por artigos ou resenhas publicados na South American Sciences.
c) Os conceitos expressos nos artigos publicados na South American Sciences são de inteira responsabilidade de seus autores.

