PREVALÊNCIA DE DOR MUSCULOESQUELÉTICA EM MULHERES CLIMATÉRICAS

Autores/as

  • Clarissa Stefania Alves de Alencar
  • Giglielli Modesto Rodrigues Santos
  • Ana Claudia Ramos Silveira
  • Eva Jeminne de Lucena Araújo
  • Ana Caroline Queiroz Trigueiro
  • Clara Maria Alves de Alencar
  • Joedna Maria Pires
  • Luana Cristina Pereira Silva

DOI:

https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-237

Palabras clave:

Climatério, Dor musculoesquelética, Saúde da mulher

Resumen

O presente estudo aborda a prevalência de dor musculoesquelética em mulheres climatéricas, considerando as alterações fisiológicas e hormonais características dessa fase. O climatério corresponde ao período de transição entre a fase reprodutiva e a não reprodutiva, enquanto a menopausa representa um evento específico, marcado pela cessação permanente da menstruação. Essas mudanças podem provocar alterações físicas, emocionais e metabólicas, incluindo o surgimento de dores musculoesqueléticas, com possível impacto na qualidade de vida das mulheres. Investigar a prevalência de dores musculoesqueléticas em mulheres climatéricas na cidade de Piancó-PB. Trata-se de uma pesquisa de campo, descritiva e exploratória, com abordagem quali-quantitativa, que foi realizada de forma on-line por meio da plataforma Google Forms, com 35 mulheres climatéricas residentes na cidade de Piancó-PB. Os dados foram analisados e tabulados com o auxílio do software Microsoft Excel. A pesquisa contou com a participação de 35 mulheres. Houve maior frequência na faixa etária de 40-45 anos (40%) e de mulheres já na menopausa (66%). Constatou-se alta prevalência de dor musculoesquelética (89%), predominantemente de intensidade leve (49%), seguida por moderada (37%) e intensa (14%). Os segmentos corporais mais acometidos foram joelho (54%) e a coluna vertebral (46%). Quanto à conduta terapêutica, 66% das participantes relataram não realizarem tratamento fisioterapêutico. A pesquisa identificou elevada prevalência de dor musculoesquelética em mulheres climatéricas, principalmente nos joelhos e coluna, relacionada às alterações hormonais e à redução do estrogênio. Apesar disso, houve baixa procura por fisioterapia, destacando a importância dessa atuação no controle da dor, funcionalidade e qualidade de vida.

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Publicado

2026-10-20

Cómo citar

de Alencar, C. S. A. ., Santos, G. M. R. ., Silveira, A. C. R. ., Araújo, E. J. de L. ., Trigueiro, A. C. Q. ., de Alencar, C. M. A. ., Pires, J. M. ., & Silva, L. C. P. . (2026). PREVALÊNCIA DE DOR MUSCULOESQUELÉTICA EM MULHERES CLIMATÉRICAS. South American Sciences, 6(2), e26464. https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-237

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