QUALIDADE DE VIDA, CAPACIDADE FUNCIONAL E FORÇA DE PREENSÃO MANUAL EM IDOSAS PRATICANTES DE HIDROGINÁSTICA
DOI:
https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-272Palabras clave:
Capacidade Funcional, Força Muscular, Hidroginástica, Idoso, Qualidade de VidaResumen
O envelhecimento pode repercutir na qualidade de vida, na capacidade funcional e na força muscular de pessoas idosas. Este estudo objetivou avaliar os oito domínios da qualidade de vida, o desempenho funcional e a força de preensão manual em idosas praticantes de hidroginástica, bem como investigar as correlações entre as variáveis. Trata-se de estudo de campo, transversal, descritivo e analítico, de abordagem quantitativa, com 23 idosas participantes de um programa de hidroginastica. Foram utilizados o SF-36, o teste de sentar e levantar em um minuto (TSL-1min) e a dinamometria manual. Os dados foram analisados por estatística descritiva e correlação de Pearson, adotando-se significância de 5% (p < 0,05). Os maiores escores médios de SF-36 ocorreram nos domínios Aspectos Emocionais (83,39 ± 22,18) e Saúde Mental (77,39 ± 12,45). A média no TSL-1min foi de 18,96 ± 4,78 repetições e a força de preensão manual dominante foi de 19,57 ± 3,99 kgf. Identificou-se correlação positiva e estatisticamente significativa entre Capacidade Funcional do SF-36 e TSL-1min (r = 0,677; p = 0,0004). As correlações entre Capacidade Funcional do SF-36 e força de preensão manual dominante (r = 0,187; p = 0,394), e entre TSL-1min e FPM dominante (r = 0,116; p = 0,599) apresentaram coeficientes positivos, porém sem significância estatística. Os achados sugerem associação entre capacidade funcional autorreferida e desempenho no TSL-1min, sem permitir inferir causalidade.
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