Fluorescência de clorofila como um novo marcador para avaliação da qualidade da semente de amendoim
DOI:
https://doi.org/10.52755/sas.v2iedesp1.111Keywords:
vigor de sementes, métodos não destrutivos, análise de imagemAbstract
Os recentes avanços nas tecnologias de imagens ópticas têm contribuído para a análise rápida, precisa e não destrutiva no contexto da qualidade de sementes. Este trabalho teve como objetivo verificar a potencialidade de imagens de fluorescência de clorofila como um novo marcador para análise do potencial fisiológico de sementes de amendoim. Os sinais de fluorescência da clorofila a e b foram detectados nas combinações de excitação/emissão de 630/700 nm e 405/600 nm, respetivamente, utilizando sementes envelhecidas artificialmente por 0, 16, 24 e 48 horas. As imagens foram capturadas com o equipamento VideometerLab4 (Videometer A/S, Herlev, Dinamarca), software versão 5.4.6. Os dados foram comparados com os testes analíticos tradicionais utilizados para avaliação do desempenho fisiológico de sementes de amendoim,
como testes de germinação, condutividade elétrica, emergência de plântulas e índice de emergência. Os resultados revelaram que a intensidade da fluorescência da clorofila a e b foi menor para as sementes de menor vigor. Portanto, o processo de deterioração das sementes de amendoim é acompanhado de quebra de moléculas de clorofila, e consequentemente, em alterações em propriedades fluorescentes das sementes. Do ponto de vista prático, a imagem de fluorescência de clorofila pode ser utilizada com sucesso para discriminar lotes de sementes de alto e baixo vigor, de forma rápida, precisa e não destrutiva.
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Copyright (c) 2021 Julia Marconato Sudki, Anna Clara ´Parisi Absalonsen Kimura da Silva, Valter Arthur, Clíssia Barboza da Silva

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