Cloroquina: mecanismos de ação, efeitos colaterais e revisão de estudos sobre seu uso contra o SARS-CoV-2

Autores

  • Diogo Martins Ribeiro Licenciado em Educação Física – Faculdade de Educação e Meio Ambiente – FAEMA; e-mail: diogoadmr@gmail.com. https://orcid.org/0000-0001-8345-753X
  • André Tomaz Terra Júnior Doutor em Medicina (Clínica Cirúrgica) pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/Universidade de São Paulo (USP). Coordenador do Curso de Farmácia da FANORTE (Instituição de Ensino Superior de Cacoal -RO).; e-mail: andretomaz@usp.br. https://orcid.org/0000-0001-7365-5284
  • Edson Rodrigues Cavalcante Graduado em Biblioteconomia pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e Pós em Docência do Ensino Superior, na Universidade Castelo Branco (UCB), e-mail: eds_caval@yahoo.com.br. https://orcid.org/0000-0002-0277-8022

DOI:

https://doi.org/10.17648/sas.v2i1.47

Palavras-chave:

Hidroxicloroquina, COVID-19, Doença respiratória aguda, Pandemia

Resumo

A Cloroquina é uma 4-aminoquinolina da classe dos agregados anfifílicos catiônicos que tem chamado a atenção da comunidade científica devido aos seus efeitos antivirais. Inicialmente utilizada contra a malária, essa droga e principalmente sua derivada, Hidroxicloroquina, passaram a ser aplicadas na prática reumatológica e contra o Lúpus Eritematoso Sistêmico. Apesar de seu efeito contra diferentes doenças virais, ainda não é sabido se a Cloroquina é efetiva contra o COVID-19, doença causada pelo Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2 (SARS-CoV-2). Objetivando entender sobre o potencial da Cloroquina contra o novo coronavírus, uma busca de estudos originais foi feita na base de dados PubMed e especificamente em Oxford Academic Journals, The New England Journal of Medicine, Springer Nature, Nature Research e JAMA. Estudos in vitro parecem ser concordantes quanto aos benefícios da Cloroquina e sua derivada, Hidroxicloroquina, contra o SARS-CoV-2. Estudos in vivo, no entanto, demonstram resultados controversos de ambas as drogas em relação ao tratamento ou profilaxia do COVID-19, sugerindo a necessidade de mais estudos.  

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Biografia do Autor

André Tomaz Terra Júnior, Doutor em Medicina (Clínica Cirúrgica) pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/Universidade de São Paulo (USP). Coordenador do Curso de Farmácia da FANORTE (Instituição de Ensino Superior de Cacoal -RO).; e-mail: andretomaz@usp.br.

 

 

Publicado

2020-12-19

Edição

Seção

Revisões de Literatura (Farmácia)