VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE: DESAFIOS NA DETECÇÃO PRECOCE E RESPOSTA A SURTOS DE DOENÇAS EMERGENTES

Autores

  • Alneide Souza Leite
  • Carmen Schafauser
  • Elaine Carvalho Santana
  • Luís Eduardo Kischener
  • Débora Matias da Silva
  • Elaine Amélia Araújo

DOI:

https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-037

Palavras-chave:

Vigilância epidemiológica, Sistema Único de Saúde, Doenças emergentes, Saúde pública, Detecção precoce

Resumo

A vigilância epidemiológica no Sistema Único de Saúde aborda os desafios relacionados à detecção precoce e à resposta eficiente frente aos surtos de doenças emergentes, considerando sua importância para a proteção da saúde coletiva. O presente trabalho caracteriza-se como uma revisão bibliográfica, com o objetivo de analisar os principais obstáculos enfrentados pelo sistema de vigilância epidemiológica brasileiro e discutir estratégias que fortaleçam sua capacidade de monitoramento e intervenção. A metodologia baseou-se na análise de produções científicas e documentos institucionais sobre vigilância em saúde, doenças emergentes e organização dos serviços públicos de saúde. Os resultados indicaram que fatores como subnotificação de casos, desigualdades regionais, limitações tecnológicas, insuficiência de recursos humanos e dificuldades na integração entre os diferentes níveis de atenção comprometem a rapidez das respostas aos surtos. Em contrapartida, observou-se que o investimento em sistemas de informação, capacitação profissional e fortalecimento das redes de monitoramento favorece ações mais eficazes e oportunas. Conclui-se que o aprimoramento contínuo da vigilância epidemiológica é essencial para ampliar a capacidade do SUS na prevenção, controle e enfrentamento de doenças emergentes.

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Publicado

2026-06-25

Como Citar

Leite, A. S. ., Schafauser, C. ., Santana, E. C. ., Kischener, L. E. ., da Silva, D. M. ., & Araújo, E. A. . (2026). VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE: DESAFIOS NA DETECÇÃO PRECOCE E RESPOSTA A SURTOS DE DOENÇAS EMERGENTES. South American Sciences, 6(2), 1–8. https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-037

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