TERRITORIOS DEL FIN DEL MUNDO: AMAZONÍA Y PATAGONIA BAJO LA LÓGICA COLONIAL DEL EXTRACTIVISMO LATINOAMERICANO
DOI:
https://doi.org/10.63330/sasciencesv6n2-117Palavras-chave:
América Latina, Amazonía, Colonialidad, Extractivismo, Patagonia, Pueblos originariosResumo
El presente artículo analiza la Amazonía y la Patagonia como territorios históricamente sometidos a la lógica colonial de explotación económica y apropiación territorial en América Latina. La investigación parte de un enfoque cualitativo, bibliográfico y documental, fundamentado en los estudios decoloniales latinoamericanos, especialmente en las contribuciones de Aníbal Quijano, Walter Mignolo y Catherine Walsh. Se busca comprender cómo ambos territorios fueron incorporados a los proyectos nacionales y al capitalismo global mediante discursos de progreso, modernización y ocupación territorial, frecuentemente sustentados en la invisibilización de los pueblos originarios y en la explotación intensiva de los recursos naturales. Aunque presentan características geográficas distintas, Amazonía y Patagonia comparten procesos históricos semejantes marcados por el extractivismo, la colonialidad del poder y la marginación de los saberes tradicionales. El artículo también discute las formas contemporáneas de resistencia protagonizadas por comunidades indígenas y movimientos socioambientales, evidenciando la emergencia de perspectivas decoloniales que reivindican otras formas de relación entre sociedad, territorio y naturaleza. Se concluye que la comprensión crítica de estos espacios exige superar las narrativas eurocéntricas y desarrollistas que históricamente transformaron la Amazonía y la Patagonia en territorios de saqueo y fronteras de expansión del capital.
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